A Terra e a Lua

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

sábado, 31 de outubro de 2020

A Bruxa Mimi




Porque hoje é Dia das Bruxas, aqui vai uma estória de uma bruxinha muito divertida 😊
Espero que gostem e que tenham uma noite divertida 👻👀❤




 

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Regresso à Creche (1)


Hoje foi dia de regresso para muitas crianças 👦👧
Ainda que as creches e jardins de infância tenham aberto no dia 1 de junho, muitos pais aguardaram alguns dias para levar os seus filhos de volta ás "chamadas rotinas". Queriam estar mais seguros, quiseram esperar para ver como corriam os primeiros dias. Afinal "o bicho" Covid-19 ainda não nos deixou...

E agora... como é? Como se faz?... Tantas dúvidas, questões, novos desafios, novas rotinas...
Vai correr bem, sempre foi o que disse. 
Receios, se os tenho? Sim, tenho, acho que temos todos, mas... vamos fazer o melhor, da melhor forma que conseguirmos... respeitando tempos, sendo paciente, explicando tantas vezes quantas as que forem precisas, mimando da forma possível, confiando, promovendo as novas práticas de forma segura.
Aos pais que os entregam de coração apertado, digo de novo "vai correr bem" 😀

E hoje, neste novo de regresso, correu mesmo bem 😄
Eles e elas estavam com saudades uns dos outros, houve muitos sorrisos, muitas brincadeiras, um explorar da sala, cada canto, brincando de tudo com tudo, sorrisos e abraços cúmplices, e a palavra "saudade" foi proferida e visivelmente sentida, tendo em conta as reações  observadas...Há 91 dias que a maioria não vinha à Creche 💓

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Estória "O Elmer e a Borboleta"


Dia Internacional do Brincar


O Dia Internacional do Brincar celebra o artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas, reforçando que brincar é um direito, uma fonte inesgotável de alegria, uma actividade fundamental para o desenvolvimento do ser humano e essencial para a saúde física e mental.





Brincar…
Um mesmo espaço, diferentes opções, cabe ao “brincador” (aquele que brinca) explorar o espaço como lhe apetecer…
A imaginação flui, a identidade concretiza-se, as hipóteses ponderam-se, as soluções encontram-se, os diálogos gerem-se, as inter-relações acontecem…
A brincar, assim, livre e espontaneamente a criança também se apropria do mundo ao seu redor, transpõe o seu pensamento, revela sentido critico, relaciona-se consigo e com os outros… Brincar é sempre aprender, dêem-lhes tempo, dêem-lhes espaço, dêem-lhes “coisas” que tudo acontece…





Faz-de-conta…
Que é um piquenique no parque…





Faz-de-Conta que a mãe preparou um belo almoço                                   

FAZ-DE-CONTA…
A BRINCADEIRA MAIS FELIZ DO MUNDO, PORQUE CADA CRIANÇA TEM DIREITO A SER QUEM ELA QUISER…
O MUNDO DOS ADULTOS É COMPLICADO…
MAS O DAS CRIANÇAS PODE SER IMENSAMENTE FELIZ ,SE AS DEIXAREM BRINCAR, SER LIVRES…


Brincar a…
Observar,
A sentir,
A pensar;
A imaginar,
A explorar,
Que está a fazer?
Nada!

Deixá-los assim sem fazer “nada”… Não é “nada”, porque elas, as crianças estão sempre a agir, ainda que não se veja por fora, lá dentro…não param.
Não queiram crianças quietas, ser criança é ser desinquieta…
E sozinha também se brinca e aprende,
Sobre ela e sobre o que a envolve…

AO BRINCAR 
a criança exprime a sua personalidade e singularidade,  
Desenvolve a curiosidade e a criatividade, 
Estabelece relações entre aprendizagens 
Melhora as suas capacidades relacionais e de iniciativa  
Assume responsabilidades...
Melhora as suas competências cognitivas, sensoriais e motoras...

Brincar é o trabalho da Criança


sábado, 16 de maio de 2020

Caminhadas pelo Monsanto, tesouros


Perto de minha casa, tenho uma floresta magnifica, que se chama Monsanto. O pulmão de Lisboa (com 1000 hectares).
Como floresta que se preze, está recheada de tesouros, tesouros da natureza...
Nesta floresta há caminhos estreitos, outros largos, a subir e a descer, uns difíceis, outros mais fáceis, há caminhos/trilhos para pedestres, para ciclistas..
 Há mesas para piqueniques (ainda que agora não se possam fazer), há parques infantis, há equipamentos para fazer diversos tipos de exercício físico, há locais para admirar, relaxar, descansar...
É um lugar de excelência, que tenho aproveitado nestes dias de confinamento, fazendo boas caminhadas pela manhã.
Hoje publico aqui fotos de alguns dos tesouros que encontrei
(num dos dias que levei câmara, o que é raro)...



 O que eu vejo 👀



Folha





Cogumelo

segunda-feira, 11 de maio de 2020

POSIÇÃO DA APEI SOBRE A REABERTURA DAS CRECHES e a minha...






POSIÇÃO DA APEI SOBRE A REABERTURA DAS CRECHES 
(Associação de Profissionais de Educação de Infância)

A APEI tem vindo a acompanhar a evolução do COVID19 no que diz respeito à educação de infância e tem evitado tomar posição pública sobre o assunto, essencialmente porque temos considerado que, dado o caráter absolutamente excecional em que vivemos e as consequências, mesmo a curto prazo (duas semanas), são ainda imprevisíveis, pois depende da forma como a pandemia for evoluindo em Portugal até essa data (relembrando que estamos em situação de confinamento apenas há pouco mais de um mês), se aconselha prudência para evitar formular juízos precipitados que em nada contribuirão para um processo de tomada de decisão que será sempre difícil e não consensual. O ponto de partida para que a APEI considere a reabertura das instituições que prestam serviço no âmbito da educação de infância (0-6 anos), em maio, será estarem garantidas todas as condições de segurança do ponto de vista de saúde pública para as crianças e famílias envolvidas, o que só a Direção-Geral de Saúde poderá atestar. Por outro lado, tendo em conta algumas declarações de membros do Governo vinda a público, preocupa-nos bastante esta divisão artificial criada entre a educação de infância 0-3 e a educação pré-escolar, como se os problemas colocados às crianças em creche e respetivas famílias não se coloquem, de igual modo, às crianças e famílias na educação pré-escolar. O regresso das crianças às instituições de educação de infância (creches), apenas é equacionado na necessidade de libertar os respetivos pais para o regresso ao trabalho presencial, para uma retoma progressiva da atividade económica (argumento ao qual a APEI também é, obviamente, sensível) pois, do ponto de vista exclusivo dos interesses da criança, esse regresso não deveria, de todo, acontecer. No entanto e tendo em conta a necessidade de ser retomada progressivamente a atividade económica normal, o que implica que os pais tenham que voltar aos seus locais de trabalho, não se compreende como pode ser equacionado o regresso das crianças dos 0-3 anos à creche e não se pensar, de igual modo, no regresso das crianças em idade pré-escolar (e do 1º ciclo do ensino básico), pois é difícil conceber que crianças ente os 3 e os 10 anos de idade possam ficar sozinhas em casa. Permitir que as crianças até aos 3 anos regressem à creche, mas impedir que as de pré-escolar o façam, vai colocar um número significativo de pais num dilema difícil de resolver, tanto mais que, é importante referir, mais de metade da resposta na educação pré-escolar é garantida pela rede pública. Relativamente à situação específica das crianças dos 0-3 anos, quer as características muito variáveis das creches, do ponto de vista de instalações, quer as 


características específicas do desenvolvimento das crianças nestas idades, levantam um conjunto de preocupações que gostaríamos de enumerar:   •       As crianças em creche, ao contrário do que muitas vezes é o senso comum, contactam fisicamente muito umas com as outras. Longe vai o tempo de termos bebés em berçários confinados a camas de grades, em isolamento dentro de parques ou em cadeiras de tabuleiro. Atualmente, excecional e ocasionalmente utilizam-se esses equipamentos, mas é mais comum os bebés moverem-se livremente no espaço da sala, contactando e interagindo com os seus pares. •       Por outro lado, a creche é uma valência que acolhe crianças entre os 03 anos, ou seja, crianças desde os 4 meses mas que, no limite, podem ir até aos 3 anos e 11 meses (quase 4 anos). Muitas crianças deixam de usar fraldas ainda durante a creche, comem sozinhas, sobem e descem escadas, recolhem o material para a sua higiene e sobem para o muda-fraldas autonomamente, pelo que não será possível equacionar situações em que as crianças estejam confinadas a espaços em que não convivam com os adultos ou com outras crianças, sem isso trazer severas consequências para o seu bem estar e desenvolvimento. •       Também ao contrário do que muitas vezes se pensa (por quem não está por dentro da rotina de uma creche), os adultos em creche não conseguem manter um maior distanciamento das crianças, pois o adulto tem de estar sempre próximo (pegar ao colo, cuidar, alimentar, …). No regresso de crianças tão pequenas à creche, que estiveram dias consecutivos e integrais com os seus pais durante quase dois meses, haverá muito conforto e consolo a dar, (muita lágrima e baba para limpar!), não sendo possível equacionar a utilização de máscara pelos adultos, em que nem a expressão possa ser vista e sentida. Há crianças que vão voltar e trazer os hábitos de afeto que os tranquilizam e que podem ir desde os objetos afetivos, aos hábitos de tocar no adulto de referência (adormecer enrolando o cabelo, mexendo na cara,…), o que torna impossível conceber, por todas estas razões, uma distância física entre adultos e crianças. •       Por razões ligadas ao seu desenvolvimento, é mais fácil que crianças de mais idade interiorizem as regras de distanciamento social do que a crianças de creche. Estas, para além de precisarem muito do contacto físico para se relacionarem, exploram tudo fisicamente e a boca é um dos órgãos preferenciais para a sua relação com o mundo (com os objetos e com os 


outros), pelo que não é possível imaginar crianças destas idades a usar máscara ou luvas e cumprir regras de distanciamento. •       Por outro lado, sabendo que o efeito da COVID19 em crianças destas idades é menor, na verdade o perigo de contágio, pelas razões referidas anteriormente, é muito maior. Para além disso, por razões diversas, é frequente as crianças terem alguma temperatura igual ou superior aos 37ºC, o que poderá levantar o alarme duma possível infeção e as consequências que daí advirão (isolamento, quarentena para toda a creche, …). •       Se, na verdade, segundo os dados disponíveis, há poucas consequências do contágio para as crianças, um número significativo de creches da rede solidária coabita com adultos em centros de dia, cujas consequências da COVID19 são devastadoras para esse grupo etário. •       Por consequência, não deveriam ser os avós a levar as crianças à creche e o contacto de crianças e idosos, deveria estar fortemente limitado ou mesmo impedido, para evitar desencadear cadeias de contágio. •       Dada a enorme diversidade de contextos organizacionais em que a creche funciona (corredores apertados, salas e espaços contíguos, com centros de dia,…), é muito difícil generalizar regras comuns a todos, que salvaguardem as condições de segurança de crianças e adultos, pelo que as orientações a emitir deveriam ser de geometria variável, de modo a salvaguardar essa diversidade de contextos •       Apesar dos argumentos apresentados inicialmente, considerando a possibilidade duma abertura apenas da creche, deveriam incluir-se os profissionais de toda a educação de infância (0-6 anos), de modo a que os educadores de infância e os auxiliares de educação fossem mobilizados em simultâneo, sendo que os educadores e auxiliares da educação pré-escolar apoiariam os educadores em creche, de forma a aumentar o rácio adultocriança, facilitando, assim, a regulação de comportamentos adequados à situação vigente. 
  Relativamente ao funcionamento da educação pré-escolar não presencial, a posição da APEI é a de evitar institucionalizar a casa das famílias, transformando-as em jardins de infância à distância, razão pela qual apenas tem enviado recursos muito pontualmente, tanto mais que já existe uma quantidade significativa disponível na internet/redes sociais, evitando, assim,  correr o risco de acrescentar mais ruído a uma comunicação que se pretende útil. 


A proposta da APEI é que os profissionais de educação de infância, nos contactos que fazem com as crianças, promovam o brincar com as mesmas ou promovam a organização de ambientes para que elas brinquem sozinhas ou com os pais e irmãos, contar histórias e conversar sobre elas, cantar, ver filmes juntos, preparar os alimentos com a participação de todos, estar durante as refeições, organizar as cestas, negociar regras, conversar sobre tudo em especial do momento que estamos a vivenciar. Deixar que as crianças contem o que estão a fazer em casa, o que veem das suas janelas, mostrarem os seus brinquedos, as suas casas, os seus irmãos, os seus animais de estimação. Criar pontes com a família, neste momento, é reafirmar a importância do papel da creche ou jardim de infância e da parceria entre escola e família, agendar conversas online, com as crianças, para se reverem, para manterem o vínculo neste período de distanciamento, é intensificar afetos, o mais importante a preservar nestes tempos difíceis que vivemos. 
(texto retirado integralmente)




 Uma Ceche é um espaço de afetos,
de colo e mimo...

Uma creche é um local de aprendizagens, de estarmos com os outros, de aprendermos com o toque, com a imitação, com a exploração do que nos envolve,

A creche é um lugar de experiências sensoriais, de brincadeiras diversas...

A creche é um lugar de partilha, é um lugar que se quer tranquilo, seguro, onde crianças, educadores, auxiliares e famílias se envolvem para dar o melhor a cada criança.

A creche não é um depósito.
A creche não é afastamento social.
A creche nunca poderá ser desprovida de mimo, conforto, envolvimento...


Todos (supostamente) queremos o melhor para as crianças, então não peçam ás creches, aos seus profissionais, que trabalhem em condições desprovidas de sentimento, envolvimento, tranquilidade...

Ou estarmos a criar situações que se pagarão caras no futuro de cada uma destas crianças.
Assim como elas não são "coisas", nós também não somos guardadores de "coisas".

Temos a capacidade de criar um ambiente seguro, sim, perfeito para o que se vive atualmente, talvez não, mas temos de acima de tudo confiar em cada família, que protegerá a sua criança, e em cada profissional e institução que tudo fará para que se minimizem riscos e  tudo corra da melhor forma possível.
Todos temos os nossos medos, inseguranças... Mas somos PESSOAS e não OBJETOS que se podem colocar onde quisermos .

Não queremos crianças quietas, nem queremos crianças desprovidas de atenção...

sábado, 9 de maio de 2020

Experiência caseira de germinação


Por causa da estória de ontem... "Plantar um beijinho", Aqui deixo o video que fiz, quando realizei a experiência. Espero que gostem e que façam na vossa casa 🍀


terça-feira, 5 de maio de 2020

Versos de fazer ó-ó


Dia Mundial da Língua Portuguesa




Hoje celebra-se pela primeira vez o "Dia Mundial da Língua Portuguesa", estamos de Parabéns e claro, orgulhosos. 

Esta língua é partilhada nos quatro continentes e em todos os países indicados na imagem acima.  

Tantas pessoas que conhecem e sentem a palavra saudade, fado... 

segunda-feira, 4 de maio de 2020

O adeus...

Hoje muitos voltaram ás suas rotinas, de forma diferente, com regras, com distanciamento social, no fundo sem afetos, porque o tempo agora a isso obriga.
Somos capazes de o fazer, claro que sim!
Queremos fazê-lo? 
Devemos sem dúvida, mais que por respeito a si próprio, por respeito aos outros.

Sabem o que mais me custa pensar nesta pandemia, não é ficar em casa, não é usar proteção, não é não ir passear...
O que mais me custa, é pensar naqueles que não tiveram oportunidade de se despedir dos seus entes queridos que partiram, e partiram muitos.
As lágrimas soltaram-se, o nó na garganta que dificultou o engolir permaneceu, a dor, o vazio instalaram-se, as forças perderam-se...
Não houve colo, não houve afeto, não houve o adeus...
O olhar ficou perdido, assim como ficou aquele abraço que consola e conforta...
Morreram velhos, mas também morreram novos, porque morre-se todos os dias...
Mas o direito à  última homenagem, à derradeira despedida dos entes queridos... foi fria, distante, sem direitos...

Por isso conserve-se o direito de proteger os outros, porque ao fazê-lo também se está a proteger a si.

Vamos todos ambicionar que a normalidade volte, mesmo aquela que nos queixávamos, porque é essa que nos faz ser gente...
Vamos todos ambicionar ser melhores pessoas!


domingo, 3 de maio de 2020

Ter filhos... É tornar-se MÃE

Ter filhos... É tornar-se MÃE


Ter filhos
 É um monte de preocupações
 É ter um monte de dúvidas
 É ter um AMOR imenso
 É ter desejos
 É tentar encontrar equilíbrio
 É querer um mundo melhor
 É pensar neles a toda a hora
 É esperar que eles oiçam


Ter filhos, ser MÃE

É um monte de coisas boas
É amar incondicionalmente
É estar ali ao pé, ao lado, atrás, à frente, é estar presente


Ter filhos, ser MÃE
É um monte de coisas, tantas que não cabem aqui nesta página
nem num livro inteiro
Ser MÃE
Muda a nossa vida
A nossa forma de pensar
A nossa maneira de olhar o mundo
Transforma a nossa vida num turbilhão

Mas ser MÃE é ter esperança, é acreditar, é ser feliz!

É ter medo
É aprender
É ensinar
É ralhar
É encorajar
É zangar
É rir, é chorar
É ser verdadeira, é querer o melhor para eles
É ser corajosa

Vou pegar na tua mão para toda a vida!
(autora Amélia Correia)



Dedico a todas as Mães e desejo-vos um dia muito feliz, para a minha mãe um beijo especial e dizer-lhe que tenho muito orgulho em ser sua filha.

sábado, 2 de maio de 2020


Chegou maio, esperamos dias mais solarengos, mas acima de tudo desejamos que as nossas rotinas comecem a ficar mais normais. Parece estranho, porque passávamos o tempo a dizer "não tenho tempo" e agora que o tempo tem passado de forma mais lenta (bem sabemos que não para todos), ansiamos pelas rotinas agitadas, porque essas são a normalidade a que nos habituámos, e queremos que ela volte...

(o quadro é da minha autoria, pedras da ribeira de Alvares, concelho de Góis)

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Histórias ou Estórias... Porquê? Qual a diferença?


 
História, estória. Diferentes formas de escrita que acabamos por ficar confusos com a Língua Portuguesa. Vou tentar explicar qual forma é mais adequada e qual o momento certo para usar cada uma.
A forma mais aceite na norma culta é história, sendo a mais usada socialmente. Contudo palavra estória também existe, está correta e aparece no vocabulário ortográfico.
Diferença entre história e estória:
Em síntese, a diferença entre as duas formas de escrita é bem simples e as duas possuem origem na palavra grega historía. Porém, a palavra estória também sofre influência da palavra inglesa story.
Dessa forma, o termo estória é utilizado para falar de literatura, ou seja, de contos, fábulas e etc. Enquanto isso, o termo história é utilizado para se referir à acontecimentos históricos reais, não fictícios.

Fontes: Duvidas de Português, Escola Kids, Exame

quinta-feira, 30 de abril de 2020

As Cores a que todos temos direito...


Estamos por assim dizer... a maioria de nós confinados às nossas casas,
alguns de vós podem já estar fartos, outros podem ainda assim apreciar esta mudança de vida.
Mas o que mais importa é que cada um de nós faça a sua parte para evitar propagar este maldito vírus que virou as nossas vidas do avesso. E para que continue a ver e a deixar ver todas as cores do mundo, não abuse da sorte e não pense que só acontece aos outros, e que o pior já passou... porque isso não sabemos com certeza.
Use máscara sempre que estiver perto de outras pessoas 😷




quarta-feira, 29 de abril de 2020

Pequena Demais


Gosto muito de Contar estórias... E esta é a primeira que publico para vós, neste blog que agora inicio.
Espero que gostem 😉

segunda-feira, 27 de abril de 2020

O meu Blog de 2020

Este blog será o um dos meus pontos de equilíbrio...
Sobre o que eu penso,
Sobre o que eu acredito,
Sobre o que eu vivo e sinto,
Porque a vida é cheia de momentos, este é um momento da minha vida.
😀
Bem-Vindos ao meu blog